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Últimos Cadastrados
| Categoria: Zsite destaca |
De Malas Prontas  |
Última Atualização: 16/12/2009 19:00 |
Descrição:
Quando Danuza Leão faz as malas, é o leitor que pode se aprontar para uma boa viagem. Foi assim quando a autora visitou Sevilha, Lisboa, Paris e Roma no best-seller Fazendo as malas, e não é diferente neste giro por algumas das cidades mais modernas do mundo. Privilegiando um roteiro enxuto, Danuza visitará São Paulo, Buenos Aires, Berlim e Londres. O primeiro destino é a capital paulista. Sem se intimidar pelas centenas de lojas, museus, parques e hotéis, Danuza vai fundo na rota do luxo e do moderno, e ainda arruma tempo para desfrutar uma verdadeira madrugada paulistana, entre festas e casas noturnas povoadas pelas muitas tribos da cidade. Atenta às tendências, ela transforma este relato de viagem numa saborosa crônica de costumes, que seus leitores saberão reconhecer. O mesmo ela fará em Buenos Aires e Berlim, as duas próximas paradas do roteiro, cidades tão distintas quanto autênticas e originais. Na primeira, dá um vislumbre da cultura portenha, e passa por museus e cafés, casas de dança, livrarias e cemitérios. Já em Berlim, encontra uma cidade em ritmo de transformação, onde o impacto do fim do Muro se faz ver na moda e na noite, esta última uma das mais agitadas e concorridas da Europa. E nada mais apropriado do que terminar este giro em Londres, cidade referência em moda e consumo, e um dos grandes centros cosmopolitas do mundo. Lá a autora encontra o que há de mais elegante, porém tudo sempre dentro da fina discrição britânica. Com desenvoltura, Danuza circula entre lojas de quatrocentos anos, sapatarias dignas de príncipes e reis e lendárias chapelarias. Ao final, um pequeno guia oferece informações sobre os lugares citados, para quem deseja viajar com sofisticação. Mas a sofisticação de Danuza, vale dizer, não é da ostentação e do luxo pelo luxo. Conforme somos conduzidos por essas cidades, descobrimos que ser sofisticado é viver bem, aproveitar as oportunidades e fugir do senso comum. E nada mal se for acompanhada de uma bolsa bem bacana, porque, afinal, ninguém é de ferro. O que conta é estar entre amigos, e fazer tudo a título de diversão. •Editora: Companhia das Letras •Autor: DANUZA LEAO •ISBN: 9788535915877 •Origem: Nacional •Ano: 2009 •Edição: 1 •Número de páginas: 216 •Acabamento: Brochura •Formato: Médio  Danuza Leão nasceu em Itaguaçu, Espírito Santo, e com dez anos foi para o Rio de Janeiro. Depois de exercer atividades variadas, tornou-se jornalista, e suas crônicas foram posteriormente reunidas em Danuza todo dia, Crônicas para guardar e As aparências enganam. Dela, a Companhia das Letras publicou suas memórias, Quase tudo (2005) e o livro de viagens Fazendo as malas (2008), além de ter reeditado seu grande sucesso, Na sala com Danuza, em formato de bolso, que liderou a lista dos mais vendidos durante um ano, e teve uma edição revista, Na sala com Danuza 2, em 2004.
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Mordaça no Estadão  |
Última Atualização: 29/11/2009 18:50 |
Descrição:
Os anos de chumbo da ditadura militar no Brasil foram ainda mais rigorosos para a imprensa. Censores sufocaram a liberdade de informação, com cortes de matérias, pressões e prisões de jornalistas. O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde foram os únicos jornais diários que tiveram presença física constante dos censores nas redações. Como forma de lembrar à geração atual e não deixar que as futuras esqueçam esse período, o Estadão lançou, em concorrida noite de autógrafos na Livraria Cultura - Avenida Paulista, 2.073, em São Paulo -, o livro-reportagem Mordaça no Estadão, de autoria do jornalista José Maria Mayrink. "A iniciativa do livro é uma contribuição à memória do País, especialmente para as novas gerações, e à preservação dos valores da liberdade de expressão", diz Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado. Para a confecção do livro, José Maria Mayrink ouviu depoimentos de mais de 40 testemunhas, em sua maioria jornalistas que trabalharam nas redações do Estadão e do JT na época. São reproduzidas dezenas de páginas com o material censurado - textos, fotos e charges - que era substituído por poemas (no Estadão) e receitas culinárias (no JT). O jornalista tentou também ouvir alguns dos censores que atuaram nas redações, mas nenhum quis falar. José Maria Mayrink Nasceu em julho de 1938 na pequena cidade de Jequeri, Zona da Mata de Minas Gerais. Aaos 13 anos entrou no seminário de Mariana, de onde se transferiu para o Caraça. Foi para Petrópolis, onde fez Filosofia e dois anos de Teologia. Nessa época, escreveu “Pastor e Vítima”, usando o pseudônimo de Augusto Gomes, nome de família de sua mãe. Em 1961, deixou o seminário e foi dar aulas de Latim e Português em Ponte Nova, onde colaborou no semanário Jornal do Povo. No ano seguinte, estava em Belo Horizonte, trabalhando no Correio de Minas. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou nos jornais Correio da Manhã, O Globo e Jornal do Brasil. Em 1968, a convite da revista Veja, foi para São Paulo. Repórter especial do Jornal da Tarde durante quase nove anos. Ganhou o Prêmio Imprensa do Governo do estado, Prêmio Rondon de Reportagem e o Prêmio Esso de Jornalismo (de parceria com Ricardo Gontijo), escrevendo sobre problemas urbanos de São Paulo. Cobriu o golpe militar do Chile em 1973 e em 1976 acompanhou a viagem do presidente Ernesto Geisel à França, Inglaterra e Japão. Depois editor internacional de O Estado de S.Paulo, cargo que ocupou durante cinco anos. Viajou à Argentina (conflito de Beagle), Colômbia (seqüestro de embaixadores), Cuba (saída em massa de refugiados) e três vezes à América Central, sempre cobrindo golpes e guerrilhas. Foi o último repórter a entrevistar dom Oscar Romero, assassinado três dias depois em San Salvador. Em 1989, transferiu-se para a revista Família Cristã e, um ano e meio depois, para a sucursal paulista do Jornal do Brasil. Mayrink é outra vez repórter especial de O Estado de S.Paulo, jornal para o qual voltou em março de 2000.
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Cabeza de Vaca  |
Última Atualização: 29/11/2009 17:56 |
Descrição:
Álvar Núñez Cabeza de Vaca foi tão ousado e persistente quanto seus contemporâneos Cristovão Colombo, Fernão de Magalhães, Hernán Cortés e Francisco Pizarro. Pode ter tido menos fortuna e reconhecimento, se comparado a esses homens que mudaram o mapa do mundo, mas não lhe faltou sorte. Seu jogo de cintura, aliado a sinais da cruz, um grilo e um temporal, lhe permitiram escapar da morte diversas vezes, vivendo o suficiente para eternizar sua história singular. Neto de um grande guerreiro, o fidalgo espanhol deixou sua casa em Jerez de la Frontera quando adolescente, para se tornar soldado profissional. Lutou na Itália e foi gravemente ferido. Recuperado, serviu como camareiro de um duque e envolveu-se em incidentes picantes. Depois de lutar contra um movimento rebelde, embarcou rumo à Flórida, na condição de tesoureiro real. Foi o início de uma odisseia. A história é mesmo surpreendente: Cabeza de Vaca sobreviveu a três naufrágios, curou centenas de índios, atravessou, nu e desclaço, parte dos atuais Estados Unidos e México, voltou à Espanha e obteve um cargo como recompensa por suas desditas. Depois de nova viagem, tomou posse de Santa Catarina, na condição de seu primeiro governador. Mas não sossegou: atravessou a pé o território brasileiro, chegando a Assunção. Dali, partiu novamente em busca de uma serra misteriosa, feita de prata, até ser imobilizado pela malária num pequeno forte no meio do nada. Ao retornar à cidade, foi deposto por seus opositores. Passou quase um ano numa cela úmida e voltou para casa como traidor e prisioneiro, quando um terrível temporal mudou sua sorte mais uma vez. Para reconstituir essa história fantástica, Paulo Markun cotejou a obra autobiográfica de Cabeza de Vaca com os depoimentos de mais de uma centena de testemunhas ouvidas em vários processos judiciais na Espanha. Confirmando ou desmentindo as afirmações do protagonista e de seu secretário particular nos Naufrágios e Comentários - obra pioneira da literatura de viagens -, o autor recupera a saga desse conquistador cuja vida atribulada e cercada pelo mito é ainda larga e injustamente ignorada. Paulo MarkunNasceu em São Paulo, em 1952. Finalista do prêmio Jabuti por duas vezes, trabalhou nos principais jornais e emissoras de TV do país. Apresentou durante mais de dez anos o programa Roda Viva, até 2007, quando assumiu a presidência da Fundação Padre Anchieta, mantenedora das rádios e da TV Cultura. Cabeza de Vaca é seu 12o. livro e o primeiro pela Companhia das Letras.
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O Pastor das Sombras  |
Última Atualização: 09/11/2009 20:58 |
Descrição:
"Após publicar vinte livros, Luís Giffoni, autor jamais autocomplacente, decidiu que Dom Frei Manoel da Cruz (figura nada popular) e sua época, o século 18, serviriam de material para seu próximo trabalho. Durante cinco anos, ele pesquisou em todas as fontes possíveis, foi aos locais onde seu personagem viveu e refez, inclusive, grande parte da longa viagem que o bispo enfrentou entre o Maranhão e Minas Gerais. A profunda imersão nesse universo gerou o ensaio “Dom Frei Manoel da Cruz” e o romance que você está prestes a ler. Seria bastante cômodo para qualquer escritor, tendo este farto material em mãos, produzir uma história linear, de fácil digestão, uma vez que a vida de Dom Manoel daria, por si só, um romance. Mas Luís Giffoni é um artista e, como tal, não se contenta com nada menor que renovados desafios à sua escrita. De tanto “conviver” com o religioso português e as décadas de 1690 a 1770, seus mistérios, sua linguagem, suas angústias, antigas certezas, dúvidas novas e os importantes fatos que a história estava a gestar, Giffoni decidiu que daria voz própria a esse controverso personagem. Dom Frei Manoel da Cruz, nascido em Portugal em 1690, foi o primeiro bispo de Mariana/MG, no período de 1748 a 1764, quando morreu. Chegou ao Brasil em 1739, ocupando a diocese de São Luís, na província do Maranhão. Oito anos depois, cruzou os sertões a pé, a cavalo e de barco, numa viagem que durou quinze meses, até chegar às Minas do Ouro. Este romance é uma instigante reflexão feita pelo prelado em vários momentos que se sobrepõem e dialogam entre si, nos quais se conhecem a história de sua vida, as riquezas, dificuldades e conflitos entre a igreja católica, os reis de Portugal e seus súditos nos anos que antecederam a Inconfidência Mineira. Como numa pintura cubista, o personagem é visto através de múltiplos planos, e as narrativas se misturam em tempos e focos distintos." Sérgio Fantini
Editora PULSAR, BH, 2009 168 páginas capa de Marcelo Vianna R$ 25,00 ISBN: 978-85-98763-04-0
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As Flores do Jardim da Nossa Casa  |
Última Atualização: 20/10/2009 11:58 |
Descrição:
Depois de um assalto, no dia em que fez 40 anos, dois amigos de Marco Lacerda o encontraram no apartamento em que morava e soltaram as cordas que o mantinham imobilizado sobre sua cama. Esse assalto é o fio condutor de uma história que agarra o leitor pelo colarinho a partir da primeira página e o leva até a última, sem lhe dar um minuto de trégua para respirar. O livro fala de dor e de afeto, de traições, perdas, drogas, violência e de um crime no seio de uma família, que muda para sempre a vida de gente inocente.
TÍTULO: AS FLORES DO JARDIM DA NOSSA CASA ISBN: 9788587556929 IDIOMA: Português. ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 14 x 21 | 223 págs. ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2007 ANO EDIÇÃO: 2007 AUTOR: Marco Lacerda Livraria da Travessa De: R$ 34,00 Por: R$ 26,86
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